
Cheguei... Estou agora, como costumo dizer, na adolescência da terceira idade! Acho que demorou tanto! (ou será que resisti muito?) Sem preparo, acabei encarando alguns tropeços! Mesmo assim, sinto-me numa jovialidade bem diferente, é verdade.
Gostosamente, sou a mesma pessoa, com seus sonhos, seus versos e rimas, coroados de várias fantasias. Ainda coberta de saudável vaidade e muita magia! Cultivei amores e percebi que, com as brincadeirinhas nem sempre engraçadas que a vida faz (ou será que a gente é que cutuca e faz coisas, pede mais?) a gente sofre e sai por aí alastrando a dor aos demais?

Descobri que tem até gente que quer me amar e nem sabe como, a situação ficou difícil, melhor sair do impasse, mudando a causa, acusando o dono! E diante de um epílogo que poderia surgir sem ser esperado tão cedo, o amor cresceu acelerado e solidificou-se como base familiar imbatível. O sentimento da perda apareceu com uma doença chegando de visita - surpresinha desagradável - com isso, tornou-se mais doído, mais forte, mais medroso e muito mais latente! Eu percebo... Eu sinto! Mas, é assim que é a vida... A minha, simplesmente, de um ser singular!
Já escrevia, Fernando Pessoa, de forma sábia e,
como sempre, dando aula pra gente:




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